Medida busca controlar acesso ao estádio. Partida, que ocorre em 1º de fevereiro, marca a final da Supercopa do Brasil, na Arena BRB Mané Garrincha
A Comissão de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) acompanhou, nesta terça-feira, 13 de janeiro, o teste de aferição das condições operacionais para a implementação do sistema de reconhecimento facial no jogo entre Flamengo e Corinthians. O duelo marca a final da Supercopa do Brasil, e será no dia 1° de fevereiro, às 16h, na Arena BRB Mané Garrincha.
O teste teve como objetivo avaliar os procedimentos necessários para a adoção da tecnologia de reconhecimento facial como forma de controle de acesso ao estádio. O procurador distrital dos direitos do cidadão, Eduardo Sabo, explica que, para o evento, está prevista a abertura de 22 portões e a utilização de 109 catracas.
O credenciamento dos torcedores será feito exclusivamente por meio da compra de ingressos no site da Bilheteria Digital. “A implementação do reconhecimento facial busca ampliar a segurança do público, proporcionar mais tranquilidade aos torcedores e garantir maior fluidez no acesso ao estádio durante a realização do evento esportivo”, afirma Sabo.
A atividade contou com a participação dos promotores de justiça integrantes da comissão, Cláudio Freire e Marcel Nóbrega, além de representantes da equipe da Arena BRB, da Bilheteria Digital e do secretário de Operações Integradas da Secretaria de Segurança Pública, coronel Carlos Melo.
Comissão
A Comissão de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios faz vistorias nos estádios e fiscaliza eventos esportivos para garantir o cumprimento do Estatuto do Torcedor. Coordenado pela Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (PDDC), o grupo também é composto por representantes das 1ª e 2ª Promotorias de Justiça Especial Criminal de Brasília (PEJCrim), da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor (Prodecon), da 5ª Promotoria de Justiça Regional de Defesa dos Direitos Difusos (Proreg), e da 2ª Promotoria de Justiça Cível, Família, Órfãos e Sucessões de Ceilândia (PJCFOS-CE). A comissão atua de forma integrada à Secretaria de Segurança Pública e a órgãos como a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, o Detran, a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal.