Crianças participarão da iniciativa que dissemina valores relacionados à integridade, à ética, à cidadania e ao enfrentamento preventivo à corrupção

O projeto-piloto será implementado em três escolas: Centro de Ensino Fundamental 306 do Recanto das Emas, Escola Classe 66 do Sol Nascente e Escola Classe Kanegae do Riacho Fundo I. Por meio de dinâmicas, os participantes construíram propostas de trabalho, alinhadas aos princípios do NaMoral, que visam fomentar a participação ativa das crianças, o desenvolvimento infantil, a construção coletiva e a integração entre emoção, reflexão e convivência.
Durante a apresentação, a gestora do NaMoral, promotora de justiça Luciana Asper, destacou que esse momento é mais um marco da edificação de uma nova história para a nação. “Estamos construindo uma fundação, uma base, uma oportunidade de formação para que nossas crianças se tornem adultos íntegros, retos, valorosos, virtuosos, generosos e fraternos”, disse.
Luciana acrescentou que desde o início do programa o plano sempre foi trabalhar a integridade em todas as etapas de ensino, mas explicou que os processos são gradativos. “Estamos gratos pela caminhada nos anos iniciais estar se fortalecendo e amadurecendo para vermos as sequências didáticas construídas a partir e destes pilotos”, concluiu.
A chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz nas Escolas, Ana Beatriz Goldstein, ressaltou a importância do novo desafio. “Depois de muito cuidado com os nossos adolescentes, chegou o momento de formalizarmos e efetivarmos o trabalho com as nossas crianças dos anos iniciais”, disse.
NaMoral
O programa dissemina valores relacionados à integridade, à ética, à cidadania e ao enfrentamento preventivo à corrupção. Por meio da gamificação e de metodologias ativas, como rodas de conversa e missões práticas, estudantes são incentivados a refletir sobre ética, integridade e responsabilidade social. A abordagem empática e participativa fortalece vínculos, estimula o protagonismo juvenil e amplia o impacto das ações para toda a comunidade escolar.
O projeto-piloto foi implementado em nove escolas públicas do DF, em 2019, e desafiou os jovens a construir um ecossistema de integridade. Em 2024, a iniciativa atingiu 58 instituições de ensino público e mais de 20 mil alunos. Em 2025, 73 instituições de ensino passaram a adotar o programa. Este ano serão 104 escolas.
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