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  • Caso 129 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu colega de trabalho com a expressão "macaca feia", além de dizer que seu cabelo era ruim.
  • Caso 128 – Denúncia de injúria racial contra acusado que xingou a vizinha de "macaca, piranha e vagabunda".
  • Caso 127 – Denúncia de injúria qualificada contra acusada que ofendeu a vizinha por diversas vezes, valendo-se de expressões como "aleijada", "sapatão" e "velha negra".
  • Caso 126 – Denúncia de racismo. A acusada contratou empresa para prestar serviço de saúde a seu esposo, que estava enfermo. Entretanto, a acusada exigia que os funcionários não fossem negros, tampouco nordestinos. Além disso, manifestou preconceito contra judeus e adventistas do sétimo dia.
  • Caso 125 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu colega de trabalho com as palavras "tiziu viado" e "preto, saci, satanás, capeta", além de dizer que não gosta de preto.
  • Caso 124 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu atendente de padaria com as expressões "crioula" e "crioula nojenta", entre outras.
  • Caso 123 – Denúncia de injúria racial praticada contra criança. Na ocasião, a acusada, utilizando aplicativo de troca de mensagens, chamou criança de menos de um ano de "criolo".
  • Caso 122 – Denúncia de injúria qualificada contra acusada que ofendeu o vizinho, por diversas vezes, de "velho".
  • Caso 121 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu colega de trabalho com as seguintes palavras: "essa preta não serve nem para tapete; desgraçada; safada; ordinária; tapete preto; negra safada".
  • Caso 120 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu funcionário de supermercado com as palavras "além de preto é nojento", após ser flagrado tentando subtrair produtos do estabelecimento.
  • Caso 119 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu duas pessoas em um bar. O aucsado disse à primeira vítima: "eu sou europeu, não sou macaco... eu sou europeu, você é macaco" e "eu não sou nazi, mas tenho muitos amigos nazis". O acusado ainda xingou a segunda vítima, por tres vezes, de macaco.
  • Caso 118 – Denúncia de injúria qualificada e perturbação da tranquilidade contra acusado que, entre outras condutas, ofendeu idosa com a expressão "velha safada".
  • Caso 117 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu a ex-esposa de seu companheiro com xingamentos como "preta, macumbeira e demônio" e "essa negra, desgraçada e preta".
  • Caso 116 – Denúncia de injúria qualificada, ameaça e violência doméstica contra acusado que xingou sua genitora de "velha piranha, safada, velha desgraçada", além de chamar a sobrinha de "piranha".
  • Caso 115 – Denúncia de injúria racial contra acusado que, por meio de aplicativo de mensagens, ofendeu a vítima com as seguintes palavras: "Faz o seguinte [...] vou tirar tudo lá e vou te mostrar o que é ser homemseu criolo". O acusado já havia se referido anteriormente à vítima como "pretinho", de cabelo "pixaim".
  • Caso 114 – Denúncia de injúria racial, lesão corporal e ameaça contra acusado que ofendeu os vizinhos com as expressões "seu índio, mocinha, eu te arrebento[...]", "cala a boca, sua puta safada; se você abrir a boca eu te arrebento aqui mesmo, sua índia", "índio babaca", entre outras, além de agredir um dos vizinhos.
  • Caso 113 – Denúncia de injúria racial contra acusado que, diante de diversas pessoas, disse à vítima: "Negão, não é a sua vez, já estou na fila esperando". O acusado ainda voltou a se referir à vítima como "negão", em tom pejorativo.
  • Caso 112 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusado que, por meio do whatsapp, ofendeu duas vítimas. O acusado usou as seguintes expressões, entre outras: "rapariga safada", "você vai pagar caro por isso que você fez comigo aí", "Aquele [...] é um viado", "Essa sua família de macaco preto".
  • Caso 111 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu guardador de carros. Na ocasião, o acusado estacionou seu carro de maneira que atrapalhava a circulação dos demais veículos no estacionamento. Quando a vítima pediu que estacionasse de forma correta, o acusado reagiu xingando-o e dizendo que não obedeceria a um "macaco filho da puta". Posteriormente, voltou a ofendê-lo com as mesmas expressões.
  • Caso 110 – Denúncia de injúria racial cometida contra funcionário público e desacato. A vítima, policial militar, dirigiu-se ao acusado solicitando que ele abaixasse o volume do som do carro. O acusado reagiu xingando-o de "PM safado" e "nego safado". Após ser dada voz de prisão ao acusado, durante sua condução à delegacia, ele seguiu chamando a vítima de "nego safado", bem como seu colega de "PM safado".
  • Caso 109 – Denúncia de injúria racial cometida contra funcionária pública. A vítima, bancária, foi ofendida pela acusada pelo telefone com os xingamentos "organgotango" e "macaca". Em outra ocasião, ao deixar a agência, a acusada disse ao vigilante, referindo-se à vítima: "ela está no lugar errado, deveria voltar para a África. Da próxima vez trago umas bananas para ela".
  • Caso 108 – Denúncia de injúria racial contra acusada que, em rede social, referiu-se à vítima com a expressão "scoter", gíria em inglês utilizada para ofender pessoas negras.
  • Caso 107 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu sua vizinha com os xingamentos "velha safada" e "velha safada ordinária".
  • Caso 106 – Denúncia de injúria racial, por diversas vezes, e ameaça contra acusado que ofendeu vizinho dizendo: "urubu", "não gosto de preto", "preto não é gente", "preto fedido", "você vai morrer, urubu, vou te matar, urubu".
  • Caso 105 – Denúncia de injúria racial contra acusado que, durante discussão referente a trabalho, referiu-se a empregado da empresa em que é sócio como "nego macaco".
  • Caso 104 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu vítima com as expressões "nega do cão" e "macaca".
  • Caso 103 – Denúncia de injúria racial, por diversas vezes, cometida por meio de mensagens de Whatsapp. Em diversas mensagens, a acusada referiu-se à vítima, funcionária do restaurante de seu ex-marido, como "King Kong" e "macaca".
  • Caso 102 – Denúncia por discriminação de religião (art. 20 da lei 7.716/1989) contra acusado que, em comentário em notícia da internet sobre vandalismo em mesquita, escreveu: "deveriam ter ateado fogo explodido tudo por lá que pena que foi só para bagunçar" (sic).
  • Caso 101 – Denúncia de lesão corporal, injúria qualificada e ameaça contra acusado que agrediu casal de idosos. Na ocasião, o acusado estava agredindo uma pessoa na rua. Quando a vítima 1 tentou impedir, o acusado passou a agredi-lo fisicamente. Ao ser intepelado pela vítima 2, esposa da primeira vítima, o acusado também a agrediu, além de ofendê-la e ameaçá-la com as palavras: "nega safada e nojenta, vou dar três tiros na sua cara".
  • Caso 100 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusada que xingou o sobrinho, menor de idade, de "viadinho, neguinho do cabelo duro", bem como o ameaçou para que ele não a denunciasse.
  • Caso 99 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusada que ofendeu casal com as palavras "esse preto safado e essa vagabunda me pagam".
  • Caso 98 – Denúncia de injúria qualificada contra acusado que ofendeu quatro vítimas com as seguintes palavras: "errado são vocês nordestinos que atrasam o Brasil".
  • Caso 97 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusada que ofendeu e ameaçou criança. A acusada, por meio de mensagens de texto enviadas à mãe da vítima, chamou a criança de "negrinho bicudo" e "macaquinho". Em outra ocasião, a acusada enviou a seguinte mensagem: "[...] Melhor ficar mesmo com esse catarrento nojento, não quero ele com o [...], deixa ele vim que vc vai ver o que vai acontecer [...]" [sic]. Em outra mensagem, a acusada disse: "Manha de chuva, dia frio e eu olhando ele deitado kkkkk, so para te lembrar, não se esqueca que crianças caem e se machucam o tempo todo ridícula chifruda" [sic].
  • Caso 96 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu vítima com as palavras "preta imunda" e "macaca".
  • Caso 95 – Denúncia de injúria racial. Na ocasião, a vítima foi entregar um galão de água e utilizou o elevador social. O acusado, diante de diversas pessoas, ofendeu-o com as expressões: "nego bandido; passa-fome; ladrão; preto; filho da puta; macaco". Em seguida, aifrmou que "negro tinha que ser escravizado e que teria que subir, sim, os andares carregando a água".
  • Caso 94 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusado que enviou mensagens ao celular da vítima com o seguinte conteúdo: "urubua; macaca te odeio; sua macaca galinha de macumba; custa o que custar, vocês três vão me pagar" [sic].
  • Caso 93 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu vítima com as expressões "merda", "macaca" e "espantalho".
  • Caso 92 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu a irmã de seu ex-companheiro com as palavras "Tchau, macaca. Tchau, sua piranha!" 
  • Caso 91 – Denúncia de injúria racial contra acusada que dirigiu-se à vítima com as expressões "Babá, caloteira, neguinha. (...) Sua puta, negra safada".
  • Caso 90 – Denúncia de injúria racial. O acusado injuriou a vítima, gerente de posto de gasolina, diante das outras frentistas, com as palavras "cadê a nega da gerente?", "a preta imunda chegou", "a negra que não sabe cuidar da bosta desse posto".
  • Caso 89 – Denúncia de injúria racial. Na ocasião, a acusada estacionou seu carro em vaga privativa para pessoas com deficiência. Após ser abordada pelo vigilante, que solicitou que ela estacionasse em outro local, a acusada passou a ofendê-lo dizendo "vigilante preto, burro, idiota, negro urubu".
  • Caso 88 – Denúncia de injúria qualificada contra acusados que, na presença de várias pessoas, ofenderam um grupo de pessoas valendo-se de elementos referentes à religião. As vítimas faziam trabalho de evangelização e arrecadação de dinheiro quando foram agredidas verbalmente pelos acusados com as palavras "impostores, charlatões, ladrões e mentirosos". Posteriormente, a acusada 1 arremesou uma garrafa contendo urina do acusado 2 em uma das vítimas.
  • Caso 87 – Denúncia de injúria racial contra acusada que, na presença de várias pessoas, ofendeu vítima com as palavras "preto nojento, preto safado, filho da puta, por isso é que não gosto de preto".
  • Caso 86 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu vítima, sua empregada, por duas vezes. Na primeira ocasião, o acusado disse: "hoje você está parecendo uma preta do leite". Em outra ocasião, o acusado disse: "agora sim um serviço de branco e não de preto. Olha aqui, Alexandre, o serviço de preto que a [...] fez".
  • Caso 85 – Denúncia de injúria racial e ameaça. O acusado 1, por diversas vezes, referiu-se à vítima, que é companheiro de sua ex-esposa, com expressões de cunho racial, como "macaco, preto, fedorento, gorila, vagabundo". Após a vítima registrar Ocorrência Policial, as filhas do acusado 1, ora acusadas 2 e 3, passaram a ameaçar a vítima constantemente.
  • Caso 84 – Denúncia de injúria racial contra auxiliar de enfermagem que ofendeu paciente dizendo: "Seu preto! Você rouba. Esse preto rouba!".
  • Caso 83 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusados que ofenderam vítima com as expressões "preto safado, preto pilantra" e "negão safado"
  • Caso 82 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusado que ofendeu frentista do posto de gasolina, após recusar-se a pagar pelo abastecimento, com as palavras "negro safado, preto safado, nego imundo, vagabundo" e disse que iria "pegá-lo". Após ser preso em flagrante, o acusado voltou a ofender a vítima, já no interior da delegacia, chamando-a de "nego" e "neguinho" e ameaçou-a novamente.
  • Caso 81 – Denúncia de injúria racial, lesão corporal e dano contra acusada que agrediu vítima, quebrou seu óculos e disse "por isso é que não gosto de preto. Preto é filho do diabo!".
  • Caso 80 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu cobrador de ônibus. Após ser informada pelo condutor de que o ônibus não pararia no local que ela queria, a acusada xingou-o e chamou o cobrador de "preto sujo" e "filho da puta".
  • Caso 79 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu duas pessoas com ofensas de cunho racial. Em um estabelecimento comercial, a acusada se dirigiu à primeira vítima e perguntou se podia ver seu cabelo de perto, e o tocou. Diante do pedido da vítima para que não o fizesse, a aucsada disse: "preta mal-educada, preta safada, é por isso que eu não gosto de gente preta (...) eu não gosto de gente preta". A acusada ainda cuspiu em direção da vítima e disse que "não vai dar em nada, (...) eu sou diplomata". Posteriormente, na delegacia de polícia, a acusada tentou tocar o cabelo da delegada e, diante da repreensão, a injuriou dizendo "não vou tocar porque não quero sujar as minhas mãos".
  • Caso 78 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu recepcionista de hotel por meio de um e-mail em que dizia que a vítima é um "negro que tem direito a cota racial e é um preguiçoso", chamou-a de "arrogante e prepotente" e concluiu que a vítima não quis atendê-lo "talvez se escudando na sua condição de negra, intocável", associando, assim, sua suposta incompetência à sua cor.
  • Caso 77 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusada que ofendeu a síndica de seu condomínio com as expressões "neguinha safada" e "neguinha muito abusada e safada".
  • Caso 76 – Denúncia de injúria racial, ameaça, resistência e crime de trânsito contra acusado que ofendeu bombeiros militares. O acusado, após envolver-se em acidente de trânsito, e visivelmente embriagado, disse aos bombeiros que foram prestar primeiros socorros: "tirem suas mãos de mim, bombeiros filhos da puta! Vocês são a escória da humanidade!", além de ofendê-los com as expressões "criolos de merda, seus macacos, criolos, seus negos fudidos, vão tomar no cu" e ameaçar de matar suas esposas e filhos. Após receber voz de prisão, o acusado ainda resistiu com chutes e mordidas.
  • Caso 75 – Denúncia de racismo contra acusado que escreveu, em um blog, as frases "Preto = Lixo" e "O Estado natural do negro é a sujeira".
  • Caso 74 – Denúncia de injúria racial e lesão corporal contra acusada que ofendeu duas pessoas, além de agredir uma terceira. A acusada estava deitada no chão da Rodoviária Interestadual de Brasília quando foi abordada por funcionários do local. A acusada reagiu dirigindo-se à vítima com as palavras "preto safado, se eu for falar com preto vou falar com um urubu". Em seguida, a acusada foi atrás da vítima, ofendendo-a com as palavras "negro safado" e "preto safado", e a agrediu. Já no interior da Delegacia de Polícia, a acusada ofendeu agente de polícia dizendo "eu não quero esse negro de pele escura perto de mim".
  • Caso 73 – Denúncia de injúria racial e vias de fato contra ausada que ofendeu a vítima, que estava em um bar, com as expressões "preto vagabundo, preto safado", e a agrediu com um tapa no rosto.
  • Caso 72 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu cobrador do ônibus com expressões de cunho racial. A acusada pediu à vítima para avisar ao motorista que gostaria de descer em ponto próximo. Ao achar que a vítima estava demorando, ela disse: "deixa que eu falo, seu preto nojento, preto safado, babaca". Dias depois, a acusada entrou no ônibus e gritou com a vítima: "preto nojento e preto safado". As agressões foram presenciadas pelos passageiros do coletivo.
  • Caso 71 – Denúncia de injúria racial contra acusado que se referiu à vítima, sua colega de trabalho, com as expressões "criola, morcega, preta".
  • Caso 70 – Denúncia de injúria racial contra acusada que, em discussão de trânsito, chamou a vítima de "preto e macaco".
  • Caso 69 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu a vizinha, com quem tem problemas de convivência. com as expressões "neguinha noiada, traficante, negra-preta".
  • Caso 68 – Denúncia de injúria qualificada praticada contra criança. O acusado, que trabalhava como porteiro de escola, foi interpelado pela mãe da vítima, que perguntou porque sua filha, pessoa com necessidades especiais, estava esperando do lado de fora da escola. Quando a mãe da vítima disse que comunicaria o fato à direção da escola, o acusado disse: "a filha é doida porque a mãe é louca", injuriando a vítima valendo-se de sua condição de pessoa com deficiência.
  • Caso 67 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu empregado de locadora de veículos. Na ocasião, a vítima estava explicando os procedimentos do estabelecimento, quando o acusado respondeu: "vai fazer manual, negão? Já estou cheio de tesão". Logo depois, o acusado ainda disse à vítima: "você está cheio de cota, cota aqui, cota ali... mas comigo a cota era lá a soleira [embaixo]". Durante o atendimento, o acusado se dirigiu à vítima de forma humilhante e constrangedora.
  • Caso 66 – Denúncia de injúria racial contra acusado que se referiu a colega de trabalho como "pretinho da automação, coisinha insignificante", ofendendo, assim sua dignidade e decoro.
  • Caso 65 – Denúncia de desacato, crime de trânsito e injúria racial contra acusado que, após se envolver em colisão e estando visivelmente embriagado, ofendeu os agentes do DETRAN com a expressão "a macacada está toda aqui".
  • Caso 64 – Denúncia de injúria racial e vias de fato contra acusado que ofendeu as inquilinas. Na ocasião, o acusado agrediu a primeira vítima e, diante da intervenção da segunda vítima, chamou-a de "negra imunda, nega sem vergonha, puta preta, macaca", e disse que "não deveria existir negro no mundo".
  • Caso 63 – Denúncia de injúria racial contra agente do Metrô-DF que, em abordagem a um grupo de pessoas, dirigiu-se à vítima com as palavras "bora neguinho, mão na cabeça".
  • Caso 62 – Denúncia de injúria racial contra duas acusadas, mãe (acusada 1) e filha (acusada 2), que ofenderam a vítima, atual companheira do ex-marido da acusada 1 e pai da acusada 2. Em conversas pelo aplicativo Whatsapp, as acusadas se referiram à vítima com as expressões "nega", "preta", "neguinha", e disse que seu cabelo era ruim.
  • Caso 61 – Denúncia de injúria racial e lesão corporal contra acusada que ofendeu a vítima com a expressão "égua preta" e a agrediu com mordidas e socos.
  • Caso 60 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu o porteiro de seu prédio, com as palavras "preto" e "macaco", entre outras ofensas. Após a vítima chamar a subsíndica do prédio, o acusado continuou com as ofensas de cunho racial.
  • Caso 59 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu policial militar, no exercício de suas funções. Ao ser abordado pelo policial, o acusado disse, em tom de deboche: "parabéns, pretão, em vez de vocês estarem atrás de ladrão, estão oprimindo o trabalhador no seu momento de lazer".
  • Caso 58 – Denúncia de injúria qualificada, por discriminação religiosa, contra acusado que ofendeu a vizinha, testemunha de Jeová. Em uma ocasião, quando a vítima saía para pregar, o acusado disse que ela já ia "pregar suas mentiras". Em outra ocasião, o acusado disse ao filho da vítima: "que ódio eu tenho por esse Jeová de vocês, eu mato vocês, principalmente essa vagabunda aí".
  • Caso 57 – Denúncia por discriminação de religião e incêndio contra cinco acusados que causaram incêndio em centro espírita. Os acusados, que já haviam manifestado preconceito contra a religião espírita, atearam fogo ao Centro Espírita motivados por intolerância religiosa, pois consideravam que aquela religião "não era de Deus", era "coisa do demônio"
  • Caso 56 – Denúncia de injúria racial contra acusada que, na presença de várias pessoas, ofendeu funcionária de uma padaria com as expressões "macaquinha" e "macaca".
  • Caso 55 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu funcionária de supermercado. Na ocasião, o acusado entrou no mercado com seu cachorro. Após o cachorro urinar no chão, a vítima solicitou a limpeza, momento em que o acusado disse: "não sei como uma nega fedida dessa quer ser limpa. O xixi desse cachorro cheira muito melhor do que você".
  • Caso 54 – Denúncia de injúria racial e ameaça. Na ocasião, os acusados e a vítima de desentenderam, e a vítima foi para sua casa. A acusada, que seguiu a vítima, passou a gritar do lado de fora de sua casa: "macaco, preto, drogado!". Posteriormente, ela retornou com o outro acusado, e ambos passaram a ameaçar a vítima.
  • Caso 53 – Denúncia de injúria racial contra acusados que ofenderam a vizinha, líder comunitária do assentamento onde moram. Após desentendimento por questões burocráticas, dois dos acusados a chamaram de "negra desgraçada" e "negra fedorenta", e a terceira acusada a ofendeu com as palavras "preta desgraçada".
  • Caso 52 – Denúncia de injúria racial, ameaça e contravenção penal contra acusada que ofendeu os vizinhos. Após algumas desavenças com as vítimas, a acusada passou a gritar, perturbando a tranquilidade de uma das vítimas, dizendo "tomara que seu neto morra envenenado, tomara!", bem como "vou acabar com a sua raça, seu preto fedido", em referência a outra vítima.
  • Caso 51 – Denúncia de injúria racial e ameaça. As vítimas, que são irmãs, foram até a residência de seu genitor e de sua madrasta, a primeira acusada, que injuriou uma das vítimas com as palavras "sai daqui, seu preto". Quando a mãe das vítimas foi ao local do fato para buscar sua filha, o segundo acusado se dirigiu à segunda vítima com as palavras "se acontecer algo com a minha mãe [a primeira acusada], eu mato você";
  • Caso 50 – Denúncia de injúria racial contra servidor público que se dirigiu a auxiliares de limpeza para procurar pela vítima, trabalhador terceirizado, com as palavras "Cadê aquele negrinho? Chama ele aqui!". Posteriormente, o acusado acusou a vítima de furto, e disse "foi você mesmo, seu nego!".
  • Caso 49 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu sua empregada doméstica com termos racistas. A vítima, ao limpar a geladeira, derrubou alguns ovos. Diante disso, o acusado a ofendeu, dizendo que "serviço de preto é assim mesmo".
  • Caso 48 – Denúncia de injúria racial contra acusada que injuriou a esposa de seu ex-marido. A acusada a chamou de "cachorra, preta, macaca, saci-pererê".
  • Caso 47 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu vítima com expressões de cunho racial, por meio de mensagem de texto. A acusada enviou à vítima a mensagem "Oi, sua negra ridícula, vou te acabar".
  • Caso 46 – Denúncia de injúria racial e vias de fato contra duas acusadas, mãe e filha. A vítima foi surpreendida pelas acusadas enquanto abastecia seu carro. A primeira acusada o chamou de "macaco, gay, homossexual", enquanto a segunda acusada o agrediu com um soco na boca. A expressão "macaco" tem sido usada historicamente no Brasil para ofender negros.
  • Caso 45 – Denúncia de injúria qualificada combinada com a Lei Maria da Penha e ameaça contra acusada que ofendeu os sogros, valendo-se de sua condição de pessoas idosas. A acusada ofendeu as vítimas com as expressões "rapariga, nojenta, velha chata mentirosa [...] vou quebrar sua cara, velha nojenta, vou mandar uns malandros dar uns tiros na sua casa" e "velho rabugento, velho nojento! Vou mandar dar uns tiros aí!".
  • Caso 44 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu vítima com as palavras "macaco preto e nojento" e "macaco, nojento e corno". Ao chamar a vítima de macaco, a acusada o comparou a um animal negro, que parece com o ser-humano, mas não é humano, e tem inteligência limitada.
  • Caso 43 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu atendente de lanchonete. Quando a vítima perguntou se o acusado queria café com açúcar ou adoçante, o acusado respondeu: "Te interessa? É você quem vai fazer o café para mim, por acaso? Você é preto e nordestino, tem que voltar para a Bahia para trabalhar com enxada. Você não pode trabalhar com gente não".
  • Caso 42 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusado que, na presença de várias pessoas, ofendeu e ameaçou duas pessoas no metrô. O acusado ofendeu a primeira vítima com as palavras "e você, sua nega, safada, sua macaca! Vou te matar, sua rapariga!". Posteriormente, o acusado se dirigiu à segunda vítima com as palavras "e aí, vadia, prostituta, você quer dar o cu para mim?". Após as vítimas descerem do vagão, ele voltou a injuriá-las e ameaçá-las, com as palavras "eu vou te matar, sua macaca, sua nega".
  • Caso 41 – Denúncia de injúria racial e contravenção contra proprietário de estabelecimento comercial que ofendeu empregado, por diversas vezes e na presença de várias pessoas, com as expressões "macaco", "monkey", "negro deveria voltar para o tronco", "minha empregadinha", "negro incapaz". Em uma ocasião, após a vítima pedir para o acusado parar com as ofensas de cunho racial, o acusado disse reagiu com os termos "raça do capeta". Em outra ocasião, o acusado foi ao trabalho da namorada da vítima e perturbou-lhe a tranquilidade e ofendeu-a com as expressões "pobre coitada, piranha, vagabunda".
  • Caso 40 – Denúncia de injúria qualificada contra flanelinha que, em discussão por ponto de vigia de veículos, ofendeu outro flanelinha. A vítima compareceu ao Posto Policial alegando ter sido ameaçada de morte. Quando os policiais foram ao local dos fatos, o acusado, bastante nervoso, ofendeu a vítima de "velho safado e sem vergonha".
  • Caso 39 – Denúncia de injúria racial contra denunciado que, por ocasião de uma briga por vaga em estacionamento, dirigiu-se à vítima com as seguintes palavras: "filho da puta, safado, vagabundo, tinha de ser dessa cor para fazer isso".
  • Caso 38 – Denúncia de injúria qualificada e dano contra acusado que ofendeu pessoa idosa e danificou seu carro. A vítima, por não estar se sentindo bem, parou seu carro no estacionamento. O acusado, que estava a pé, reclamou que quase foi atropelado. Em seguida, de posse de um taco de baseball, o acusado passou a ameaçar a vítima de morte e chamá-lo de "velho safado". O acusado ainda golpeou o carro da vítima por diversas vezes.
  • Caso 37 – Denúncia de injúria racial contra vigilante de hospital que, na presença de várias pessoas, gritou à vítima "vai embora, nego feio!". 
  • Caso 36 – Denúncia de injúria racial e racismo contra denunciada que, sem motivo aparente, ofendeu funcionária que fazia a limpeza do banheiro, com os termos "negra, faxineira, burra", afirmando que negros servem para limpar o chão.
  • Caso 35 – Denúncia de injúria qualificada e vias de fato. A vítima, que à época tinha 88 anos, pediu que o acusado, seu filho, baixasse o volume do som e lhe disse para procurar outro lugar para morar. O acusado, diante disso, passou a empurrar a vítima e ofendê-la com a expressão "velho safado".
  • Caso 34 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusada que ofendeu a esposa do pai com as expressões "nega safada", "neguinha" e "macaca" e se referiu aos filhos da vítima como "negos" e "macaquinhos". Além disso, a denunciada intimidou a vítima alegando conhecer muitos bandidos.
  • Caso 33 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra suposta agente penitenciária que ofendeu vítima em seu local de trabalho, na presença de várias pessoas, com as palavras "preto" e "macaco safado", entre outras ofensas, bem como a ameaçou de morte. A acusada ainda ofendeu os policiais militares que compareceram ao local do fato, e os policiais civis que registraram a ocorrência.
  • Caso 32 – Denúncia de injúria racial e crime contra a lei de trânsito contra condutor de veículo que, após colidir o seu carro enquanto guiava em estado de embriaguez, ofendeu um policial militar com as expressões "macaco, negro de merda, crioulo de merda", e disse "eu sou branco, sou superior". Após ser conduzido à Delegacia, o acusado ainda se dirigiu a um agente de polícia com as expressões "crioulo de merda, crioulo safado"
  • Caso 31 – Denúncia de injúria racial e ameaça contra acusado que, em local públco e na presença de diversas pessoas, ofendeu a ex-companheira em seu ambiente de trabalho, chamando-a de "macaca" e vagabunda". O acusado ainda ligou para o trabalho da vítima para que ela fosse demitida. Ao ser abordado por policiais militares, o acusado, que portava uma faca, afirmou que a utilizaria para matar a vítima, pois não aceita a separação.
  • Caso 30 – Denúncia de injúria racial contra moradora de um prédio que, na presença de outras pessoas, ofendeu o síndico do edifício, que é policial militar, com as expressões "sargento de merda" e "negrinho safado".
  • Caso 29 – Denúncia de injúria qualificada e vias de fato contra denunciado que, apresentando sinais de embriaguez, ofendeu seu pai com as expressões "velho safado, perneta, desgraçado" e o agrediu. Agindo assim, o denunciado ofendeu a vítima com expressões que fazem referência a sua condição de idoso e pessoa com deficiência.
  • Caso 28 – Denúncia de injúria qualificada e ameaça contra denunciado que ofendeu pessoa com deficiência. A vítima, acompanhada das sobrinhas, foi interpelada pelo acusado e chamada de "égua manca", ofensa que remete à condição física da vítima, que depende de muleta para se locomover.
  • Caso 27  Denúncia de injúria racial, ameaça e lesão corporal contra acusada que chamou a vítima de "negrinha" e, em outra ocasião, a agrediu e ameaçou de morte.
  • Caso 26 – Denúncia de injúria racial contra denunciado que, na presença de diversas pessoas, ofendeu colega de trabalho valendo-se de expressões como "preto", "macaco" e "cafuso". 
  • Caso 25 – Denúncia de injúria racial contra denunciada que ofendeu uma empregada do restaurante de seu ex-companheiro com expressões como "macaca" e "King Kong". Dessa forma, a denunciada comparou a vítima a um animal de inteligência limitada, em uma comparação historicamente utilizada no Brasil para ofender negros. 
  • Caso 24 Denúncia de racismo e atentado contra o funcionamento de serviço de utilidade pública contra acusada que, sendo secretária de Embaixada, enviou diversas ameaças de bomba à Embaixada por e-mail e telefone. Nas mensagens, a acusada manifestou a intenção de acabar com todos os nacionais de um país.
  • Caso 23 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu, na presença de várias pessoas, o segurança e um atendente de caixa de um banco valendo-se de elementos referentes à sua raça e cor. 
  • Caso 22 – Denúncia de injúria racial contra acusada que, após colisão envolvendo seu veículo e do marido da vítima, a insultou utilizando-se das expressões discriminatória “preta safada” e “macaca”, dentre outros xingamentos.
  • Caso 21 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu, na presença de várias pessoas, a vítima, pois essa interferiu em uma briga da irmã com o autor. Ele proferiu as seguintes palavras para a vítima: “Eu não gosto de preto, você está com um pé na senzala e eu sou branco!”.
  • Caso 20 – Denúncia de injúria racial contra acusada que enviou mensagem pelo aplicativo Whatsapp com ofensas discriminatórios para a vítima.
  • Caso 19 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu síndico do condominio onde reside com as expressões: “Seu negro, seu preto, vou lascar você! Você vai se ver comigo, você está sumindo com as minhas correspondências”, ao tempo em que fazia gestos obscenos na direção do ofendido.
  • Caso 18 – Denúncia contra dois acusados de tentar entrar na casa de vizinhos, com a alegação de prestar ajuda a uma das vítimas. A polícia foi chamada e os autores proferiram ofensas valendo-se de elementos referentes à raça e cor contra policiais militares. Além do crime de injúria, o casal foi denunciado por desacato, violação de domicílio, ameaça e crime contra funcionário público.
  • Caso 17 – Denúncia de injúria racial e violência doméstica contra acusado que, após desentendimento com a vítima, sua namorada à época dos fatos, desferiu contra ela um soco na face e, ainda, a ofendeu pessoalmente e por mensagens no celular com expressões referentes à raça e cor.
  • Caso 16 – Denúncias pelos crimes de injúria racial e desacato de funcionário público no exercício da função. A primeira acusada ofendeu com expressões de raça e cor o segurança do clube onde estavam e, posteriormente, ambas desacataram policiais que foram até o local para resolver a confusão.
  • Caso 15 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu operador de bilhetagem do DFTrans com as expressões: “Cala a boca, seu macaco negro!”.
  • Caso 14 – Denúncia de injúria racial contra acusado que, pretendendo que a vítima saísse da frente do veículo, ofendeu-a, dizendo: “Sua macaca, além de preta é feia e fedorenta!”.
  • Caso 13 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu a vítima após desentendimento entre seus filhos que brincavam com outras crianças na vizinhança. A autora proferiu xingamentos diversos, tendo ofendido a vítima também com o uso das expressões discriminatórias “negrinha” e “nega invejosa”.
  • Caso 12 – Denúncia de injúria racial contra acusado que, ao cobrar dívida contraída pelo esposo da vítima, insultou- a, por meio de mensagens enviadas pelo aplicativo Whatsapp, chamando-a pejorativamente de “galinha preta”.
  • Caso 11 – Denúncia de injúria racial cometida contra vítima que trabalhava como barman em boate. A acusada ofendeu o atendente utilizando-se, dentre outros insultos, das expressões discriminatórias “preto” e “preto safado”, além de cuspir no rosto dele.
  • Caso 10 – Denúncia contra acusado que ofendeu a dignidade da vítima, valendo-se da expressão “negra safada”. Eles eram vizinhos e o acusado estava consumindo bebida alcoólica e produzindo barulho, quando sofreu reclamações por parte da vítima.
  • Caso 9 – Denúncia contra aluno da Universidade de Brasília que agrediu porteiro com as seguintes expressões discriminatórias: “Já vai fechar os portões, seu preto? Você acha que é dono da UnB?
  • Caso 8 – Denúncia contra acusado que ofendeu, por diversas vezes, a dignidade e o decoro de seu avô, valendo-se de elementos referentes à sua condição de idoso. O acusado foi denunciado por injúria, ameça e crime continuado.
  • Caso 7 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendou um vigilante de um hospital com as seguintes expressões discriminatórias: ““preto safado” e “buiú”. A acusada ficou inconformada pois queria registrar uma ocorrência de agressão e o vigilante orientou que ela procurasse a delegacia.
  • Caso 6 – Denúncia contra acusada que ofendeu a vítima, no ambiente de trabalho por diversas vezes, utilizando as seguintes expressões discriminatórias: “neguinha”, “a de cor”, “escurinha”. A acusada foi denuciada por injúria racial e crime continuado.
  • Caso 5 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu a vítima valendo-se de elementos referentes à raça e cor. Sem qualquer razão aparente, a acusada passou a proferir diversos insultos, utilizando-se das expressões discriminatórias “negra”, “preta”, “negra suja” e “frango de macumba”.
  • Caso 4 – Denúncia contra dois acusados que agrediram uma secretária, após ela informar que eles não tinham autorização para utilizar uma churrasqueira. O primeiro acusado foi denunciado por injúria racial ao utilizar termos pejorativos e referentes à raça e cor da vítima. O segundo acusado segurou a vítima pelos cabelos, puxando-os até arrancar um punhado com as mãos e foi denunciado por vias de fato.
  • Caso 3 – Denúncia de injúria racial contra acusado que ofendeu a vítima valendo-se de elementos referentes à sua raça e cor. O acusado perguntou se a vítima era casada. Diante da resposta negativa, o ofensor afirmou “e nem vai casar, pois você parece um urubu.”
  • Caso 2 – Denúncia de injuria racial contra acusada que utilizou as seguintes termos discriminatórios para o seu ex-namorado e sua filha: “família de macacos”.
  • Caso 1 – Denúncia de injúria racial contra acusada que ofendeu um policial militar durante uma manifestação na Esplanada dos Ministérios. A manifestante ofendeu um sargento da PM que estava com um spray de gás lacrimogênio com os seguintes termos: “Parece um macaco com uma bomba na mão”.
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