Jurados acolheram integralmente a denúncia do Ministério Público
A Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri do Guará obteve, nesta quinta-feira, 14 de maio, a condenação de João Paulo Teixeira da Silva pelo assassinato de Thalita Marques Berquó Ramos. A pena foi fixada em 29 anos, 11 meses e 23 dias de reclusão em regime inicial fechado. O réu não poderá recorrer em liberdade.
Os jurados acolheram integralmente a denúncia do Ministério Público e consideraram João Paulo culpado pelo homicídio triplamente qualificado. O crime foi motivado por uma discussão após a venda de entorpecentes, o que configurou motivo fútil. Houve emprego de meio cruel, pois Thalita foi esfaqueada e sofreu diversos traumatismos. Além disso, foi empregado recurso que dificultou a defesa da vítima, atacada por três pessoas e agredida mesmo depois de cair no chão. João Paulo foi condenado ainda por destruição e ocultação de cadáver e corrupção de menores.
O crime ocorreu em 13 de janeiro de 2025 em uma área de mata próxima ao córrego Vicente Pires. A vítima foi ao local para adquirir entorpecentes e entregou seu aparelho celular como pagamento. Ao reclamar da qualidade da droga e tentar desfazer a transação para recuperar o telefone, teve início uma discussão com o réu e os dois adolescentes. Um dos jovens desferiu golpes de faca contra Thalita, que caiu no chão. Ela continuou a ser agredida pelo trio. Após o crime, o grupo esquartejou o corpo.
Os dois jovens envolvidos cumprem medida socioeducativa de internação pela participação no assassinato de Thalita.
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