Foram 179 agentes nomeados no ano passado para integrar a força de segurança. Evento ocorreu nesta quinta-feira, 5 de fevereiro

A coordenadora do Nupri, promotora de justiça Raquel Tiveron, destacou que “a Polícia Penal representa o braço firme do Estado na garantia da legalidade dentro do sistema prisional, mas também representa algo ainda maior: o compromisso real com a ressocialização e com a segurança duradoura da sociedade”.
Raquel Tiveron acrescentou que investir no sistema penitenciário não é gasto. “É prevenção, redução da reincidência e proteção direta da sociedade”, ressaltou. “O Ministério Público reconhece que não existe política séria de segurança pública sem um sistema penitenciário estruturado, seguro e capaz de promover a reintegração social das pessoas privadas de liberdade”, completou a promotora de justiça.
Os 179 policiais penais fazem parte da primeira turma de 2026 do Curso de Formação Profissional da carreira Polícia Penal do DF (CFP/PPDF). Esta é a segunda e última etapa da capacitação dos novos agentes que fizeram o primeiro curso em 2023 e foram nomeados em dezembro de 2025. Após a conclusão, eles estarão aptos para exercer funções práticas e teóricas da carreira.
Ampliação de efetivo

O documento apontou que, enquanto a média nacional era de 7,7 pessoas presas por servidor de custódia, o DF apresentava a proporção de 11,7 presos por servidor, evidenciando um déficit de policiais penais e a necessidade de recomposição e ampliação do efetivo.
Diante disso, a nota destacou, entre as ações possíveis para sanar ou ao menos reduzir as deficiências identificadas, a nomeação de mais aprovados no concurso público vigente, para aumentar o efetivo de policiais penais, garantindo uma proporção mais adequada entre policiais penais e pessoas privadas de liberdade.
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