Promotores eleitorais estiveram em todos os locais de votação e também atuaram em regime de plantão para diligências e recebimento de denúncias

Além da fiscalização em mais de 600 escolas de votação, parte desses membros atuou na área de inteligência e no Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciops), preparado para a gestão de eventuais crises, e outra parte acompanhou o teste de integridade e autenticidade das urnas sorteadas. Os promotores também atuaram em regime de plantão para diligências e no recebimento de notícias de fato.
Segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), mais de 1,85 milhão de eleitores compareceram às urnas. O número representa 82,63% do eleitorado apto, composto por 2.244.176 pessoas. A abstenção foi de 389.853 eleitores, equivalente a 17,37% do total. Foram utilizadas 6.969 urnas eletrônicas no segundo turno, com 546 equipamentos reserva. Ao todo, 20 máquinas precisaram ser substituídas.
Integridade
A atuação do MPDFT começou antes da abertura das seções. Entre 14 e 21 de outubro, promotores eleitorais do Distrito Federal acompanharam as cerimônias de preparação, carga e lacração das urnas eletrônicas destinadas ao segundo turno das Eleições Gerais de 2026. No mesmo dia 21, MPDFT, TRE-DF e Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) se reuniram para alinhar a atuação conjunta no segundo turno das eleições.

Além do PGJ, participaram da solenidade a coordenadora das Promotorias de Justiça Eleitorais do DF, Isabella Chaves, e as promotoras de justiça Mariana Silva Nunes, Natália Magalhães e Vivian Barbosa Caldas.
Durante a cerimônia, foram sorteadas 23 urnas eletrônicas para os procedimentos de auditoria: 20 destinadas ao Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas e três ao Teste de Autenticidade dos Sistemas Eleitorais.
Segurança
No domingo, 25 de outubro, dia do pleito, promotores eleitorais estiveram presentes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o Teste de Integridade das urnas eletrônicas. A auditoria verificou, em condições reais de votação, se o equipamento registrava e contabilizava corretamente os votos digitados. "O teste confirmou mais uma vez que as urnas são seguras e funcionaram sem nenhum embaraço", destacou a coordenadora das Promotorias de Justiça Eleitorais do DF, Isabella Chaves.
As duas urnas submetidas ao teste foram escolhidas pelos partidos políticos. O procedimento foi acompanhado pela promotora de justiça Isabella Chaves e por representantes da Defensoria Pública da União (DPU), da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Distrito Federal (OAB-DF) e dos partidos políticos. Também estiveram presentes o juiz federal auxiliar do TSE Leonardo Hernandez e o ministro Kassio Nunes Marques.

Canais de denúncia
Servidores da Ouvidoria do MPDFT trabalharam durante todo o dia no recebimento de denúncias, que eram repassadas aos promotores de justiça e às equipes de segurança. Todos os relatos de irregularidades recebidos pela Ouvidoria ou pelo atendimento ao público foram verificados diretamente nos locais de votação.
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