Diplomatas foram convidados a conhecer a iniciativa em escolas do Distrito Federal

Os diplomatas ouviram sobre os valores que norteiam o NaMoral e seu funcionamento prático. A ideia é que eles possam visitar escolas para conhecer a aplicação do programa e, eventualmente, replicar a ideia em seus países de origem. Para a promotora de justiça Luciana Asper, o encontro mostra a força da iniciativa. “Nosso programa, que começou de forma singela, tem a força para alcançar cada um dos países aqui presentes”, afirmou.
O secretário executivo de relações internacionais do Distrito Federal, Robinson Cardoso, enfatizou a importância da formação ética oferecida pelo NaMoral. “Fortalecer a educação para a cidadania é contribuir para um futuro melhor para o Distrito Federal”, destacou.
Já a professora Graça de Paula, coordenadora do NaMoral na Secretaria de Educação, ressaltou a relevância do intercâmbio. “Esse momento representa uma troca de experiências, no qual vamos oportunizar aos estudantes a conhecer a cultura de outros países e a experimentar a integridade e o amor moral. Eles têm a oportunidade de conviver com outras culturas, outros espaços de integridade e ética, constatando que é uma linguagem única. Não existe a minha ética e a sua ética. Existe a humanidade, existe o amor. E hoje nós vimos o quanto isso é importante, não só para o Brasil, mas para o mundo”, disse.

Também participaram do encontro representantes da Arábia Saudita, da Costa do Marfim, da Etiópia, do Haiti, do Malawi, do Mali, do México, de Moçambique, da Rússia e da Tailândia, além de integrantes da Secretaria de Educação.
Saiba mais
Desenvolvido inicialmente como um projeto piloto em 2019, o NaMoral passou a ter status de política pública por meio da Lei Distrital nº 7.662, de 8 de abril de 2025, que prevê a aplicação da iniciativa nas redes pública e privada de ensino do Distrito Federal.
O programa funciona por meio de tecnologias sociais integradas ao ambiente escolar para disseminar conceitos de integridade, ética, cidadania e prevenção à corrupção. A metodologia emprega ferramentas de aprendizagem ativa, como a gamificação e atividades lúdicas. Os estudantes também são incentivados a identificar problemas cotidianos e propor soluções baseadas em valores como honestidade, autonomia, autorresponsabilidade e respeito aos direitos humanos.
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