Seu navegador nao suporta javascript, mas isso nao afetara sua navegacao nesta pagina MPDFT - Nota de pesar pelo falecimento da desembargadora Maria de Lourdes Abreu, do TJDFT

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O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) manifesta profundo pesar pelo falecimento da desembargadora e ouvidora-geral do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), Maria de Lourdes Abreu, ocorrido nesta quarta-feira, 18 de março, em Brasília.

Maria de Lourdes Abreu, profissional admirada e respeitada no meio jurídico, ingressou no MPDFT em 10 de fevereiro de 1981, em um período de relevante estruturação institucional. Ao longo de sua trajetória, destacou-se pelo espírito pioneiro, pela elevada dedicação e pelo firme compromisso com a promoção da Justiça e o fortalecimento das instituições.

Em mais de quatro décadas de atuação no Sistema de Justiça, construiu uma trajetória marcada pela excelência e pelo espírito público. No MPDFT, foi promovida a promotora de Justiça substituta em 1984 e, posteriormente, a procuradora de Justiça em 1994.

Exerceu funções de grande relevância institucional, com destaque para a atuação como conselheira do Conselho Superior. Paralelamente, contribuiu ativamente para a formação de novas gerações de membros, ao participar de diversas comissões de concurso público para o cargo de promotor de Justiça.

Também se destacou como diretora da Fundação Escola Superior do MPDFT, onde atuou na área de ensino e pesquisa, reforçando seu compromisso com o aprimoramento institucional. Ao longo de sua carreira, ocupou ainda funções estratégicas, como a de secretária-executiva do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG) e assessora especial no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Antes de sua nomeação ao cargo de desembargadora do TJDFT, em 2014, em vaga destinada ao Ministério Público, coordenava a 3ª Câmara de Coordenação e Revisão da Ordem Jurídica, com atuação destacada nas áreas de meio ambiente, ordem urbanística e patrimônio cultural, além de integrar a 16ª Procuradoria de Justiça Cível Especializada.

No Tribunal de Justiça, continuou a exercer sua missão com o mesmo comprometimento e sensibilidade que marcaram toda a sua carreira. Recentemente, foi eleita, por aclamação, ouvidora-geral da Justiça do Distrito Federal e Territórios para o biênio 2024-2026, função que assumiu com o propósito de fortalecer o diálogo com a sociedade.

Maria de Lourdes Abreu deixa um legado de profissionalismo, ética e compromisso. Sua trajetória é exemplo para todos que atuam no Sistema de Justiça e sua ausência será profundamente sentida.

O MPDFT manifesta solidariedade aos familiares, amigos e colegas neste momento de dor, ao tempo em que expressa sua profunda gratidão pelas relevantes contribuições deixadas por Maria de Lourdes Abreu, cuja trajetória se confunde com a história da instituição.

Assessoria de Imprensa da PGJ (Aimp/Secom)
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