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Auditoria cívicaVoluntários retornarão às unidades para verificar se os problemas foram solucionados em 120 dias

Na última sexta-feira, 7 de outubro, a Controladoria-Geral do DF apresentou o resultado da auditoria cívica realizada por voluntários, em 10 de junho, em 63 unidades básicas de saúde de 17 regiões administrativas. Em solenidade realizada no Palácio do Buriti, a procuradora distrital dos Direitos do Cidadão do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), Maria Rosynete de Oliveira, recebeu cópia do documento, que reúne exemplos bem-sucedidos e necessidades de melhorias nas unidades visitadas.

Durante a auditoria cívica, foram levantados 2.871 pontos que necessitam ser melhorados em um prazo que varia de imediato (casos mais simples) a 120 dias (casos mais complexos). Os primeiros envolvem cuidados como implementação de espaço para resíduos sólidos e de armários nos banheiros para os funcionários. Entre os pontos que precisam de maior investimento está a construção de consultórios odontológicos. Desses, 1.263 dizem respeito à estrutura física; 665, aos equipamentos e insumos; e 943, às farmácias básicas.

Avaliação dos usuários é positiva

De acordo com o relatório, a avaliação de quem usa os serviços das unidades básicas foi positiva. Riacho Fundo, por exemplo, teve nota média 9, enquanto Candangolândia, Gama, Samambaia, Santa Maria, Sobradinho e Taguatinga, 8. Brazlândia, Ceilândia, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas e São Sebastião tiveram média 7. As menores notas foram as apuradas na Estrutural, que também envolve o Guará, com 5, e na Granja do Torto, média 6. Foram feitas 386 pesquisas de opinião.

Auditoria

Munidos de máquinas fotográficas, planilhas e muita vontade de melhorar os postos de saúde da sua região, voluntários analisaram a qualidade do atendimento, a estrutura do Programa Saúde da Família, a gestão das farmácias e a percepção dos servidores e dos usuários das unidades de saúde. “Foram avaliados quesitos básicos, como armazenamento de medicação, infraestrutura e atendimento, itens perceptíveis à comunidade e que o gestor consegue resolver”, explica a procuradora Maria Rosynete.

Durante as inspeções, os auditores cívicos também foram orientados a buscar iniciativas que pudessem ser replicadas em outros locais. A Controladoria-Geral selecionou seis pessoas que foram homenageadas na solenidade. Entre elas está o médico Frederico Coelho, 56 anos, que é um dos criadores do sistema que organiza a demanda reprimida por especialistas e evita que as pessoas precisem se deslocar para agendamentos. Com a plataforma, o paciente é encaminhado online e avisado por telefone.

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