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Oficina descriminao de genero 147Terminou nesta quinta-feira, dia 23, a oficina Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher. A atividade foi realizada pelo Núcleo de Gênero em parceria com a Escola Superior do MPU e direcionada a um público de 15 membros do MPDFT. O objetivo era produzir sugestões de boas práticas no âmbito da aplicação da Lei Maria da Penha.

Foram quatro dias de oficina e vários temas abordados. Dentre eles, as dificuldades enfrentadas pela falta de articulação entre o Ministério Público e as Polícias Militar e Civil e o Poder Judiciário; a violência psicológica sofrida por crianças que presenciaram cenas de agressão contra suas mães; a importância de atuar a partir de uma perspectiva de gênero e os desafios na intervenção psicossocial com homens supostamente autores de agressão.

Para cada assunto, um ou dois promotores contaram suas boas experiências para o grupo, que discutiu sobre o caso e deu sugestões para a atuação. Como trabalho final, os integrantes aprovarão um roteiro de boas práticas, que será disponibilizado aos membros via e-mail. "Apesar de o documento não ter caráter vinculante, espera-se compartilhar experiências e fomentar a maior integração entre os promotores de Justiça de Violência Doméstica", explica o promotor de Justiça Thiago Pierobom, coordenador do Núcleo de Direitos Humanos.

A avaliação do grupo foi positiva. Para a promotora de Justiça Liz-Elainne Mendes, esse tipo de atividade integra os promotores e cria sintonia entre o Ministério Público e outras instituições. "Ganhamos muito por descobrir as rotinas de trabalho de outras unidades, o que nos permite encontrar soluções em conjunto. Seria bom que essas oficinas fossem mais frequentes", comenta.

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