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Audiência Pró-Vida (Foto: José Evaldo Vilela)O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), por meio da Promotoria de Justiça Criminal de Defesa dos Usuários dos Serviços de Saúde (Pró-Vida), tentou mediar um acordo para pôr fim à greve, mas o Governo do Distrito Federal (GDF) manteve sua posição de não dialogar com o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde do Distrito Federal (Sindsaúde) e não compareceu à audiência marcada para a manhã de hoje (1/7). Com isso, o Sindsaúde manteve a paralisação dos serviços de saúde pública no DF.

Segundo o Promotor de Justiça Diaulas Costa Ribeiro, a tentativa decorreu de experiências exitosas no passado. "Há uma antiga tradição de negociações de greves do Sindsaúde com o GDF sob a mediação da Pró-Vida. Sempre obtivemos sucesso e esperávamos que desta vez não fosse diferente. Estou frustrado, pois a posição do governo em não participar da audiência prolonga o sofrimento dos que dependem dos hospitais públicos da Rede do Distrito Federal", lamentou.

A Pró-Vida espera agora que o GDF reveja sua posição e dê abertura ao diálogo, pois experiências passadas mostraram que posições intransigentes não resolveram conflitos. "Caso o governo deseje, a promotoria está à disposição para mediar as negociações. O mais importante é que haja, por parte de todos, o compromisso de pôr fim imediatamente a essa paralisação, em benefício dos pacientes", concluiu o Promotor.

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