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capa_cartilha_condominio.jpgNem mesmo os muros, grades e circuitos de câmeras de edifícios e condomínios evitam a ação de criminosos. Por esse motivo, a atenção redobrada é uma importante aliada na prevenção de delitos. O aumento dos crimes contra o patrimônio e a vida levaram Brasília à posição 374ª no ranking de violência mundial, segundo o Instituto Sangari.

Com o objetivo de formar uma cultura de prevenção e segurança nos condomínios e casas onde residem membros, servidores, estagiários e a comunidade em geral, a Coordenadoria de Segurança Institucional do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) organizou o Manual de Segurança Residencial. Direcionado a síndicos, porteiros, zeladores e moradores, a cartilha tem dicas específicas para cada categoria. As orientações mostram como se comportar em situações cotidianas a fim de evitar a ocorrência de crimes contra pessoas e o patrimônio, além de garantir um ambiente seguro e que proporcione qualidade de vida.

Dentre as recomendações para síndicos está a promoção de rigorosa seleção de funcionários, sem jamais anunciar vagas de emprego em classificados. "Por questão de credibilidade e segurança o ideal é verificar se amigos e familiares têm um nome a indicar, pois é melhor selecionar alguém dentro do ciclo de pessoas que você confie, dentre aqueles que possuam referências. Até mesmo para evitar que pessoas sem o perfil desejado ou que aproveitem da ocasião para consecução de objetivos escusos se dirijam ao condomínio", aconselha o major Carlos Alberto Alves Lemes, chefe da Seção de Atividades Especiais de Segurança do MPDFT.

Para os porteiros, uma das dicas é checar equipamentos de segurança, sistemas de comunicação, iluminação e de combate a incêndios, além das trancas dos quadros de telefonia, antes mesmo de assumir o turno de serviço. "De nada adianta o investimento em tecnologia de segurança se os equipamentos não se encontram em perfeito funcionamento. Ressalta-se também a necessidade das pessoas responsáveis pela operação desses equipamentos serem treinadas", aconselha o major.

No caso de condomínios verticais, zeladores devem ser cautelosos na hora da limpeza dos andares e do térreo, tomando o cuidado de colocar panos nos vãos entre as portas dos elevadores e o chão, conforme uma das orientações do manual. "Deve-se evitar que a água escorra pelo vão a fim de evitar danos no sistema de travamento das portas dos andares inferiores", explica.

A lista de recomendações para os moradores é a mais extensa e inclui "conhecer seus vizinhos na medida do possível". A ideia é que os condôminos fiquem atentos a eventuais rostos estranhos no local. "Dessa forma você pode ser mais um fiscal da segurança do condomínio denunciando ao serviço de portaria a presença de estranhos ou auxiliar seus vizinhos caso desconhecidos entrem no imóvel dele. Trata-se de um apoio preventivo aos vizinhos e funcionários, essencial para segurança de todos ", finaliza o major.

O canal de comunicação da Coordenadoria está disponível para sugestões, reclamações, denúncias, críticas, elogios e informações sobre outras situações de risco no link: https://www.mpdft.gov.br/portal/index.php?option=com_wrapper&Itemid=144

Leia o manual na íntegra aqui.

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