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Ministério Público questiona quando GDF soube da denúncia de concussão contra presidente do SindSaúde

Ofícios foram entregues na quarta-feira (17). Em outra frente, Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão na casa de servidores suspeitos de envolvimento no suposto esquema de propina

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o Ministério Público de Contas (MPC/DF) expediram ofícios conjuntos, em 17 de agosto, nos quais questionam quando os titulares da Casa Civil e da Secretaria de Planejamento (Seplag) souberam da denúncia de concussão de que teria sido vítima a presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde), Marli Rodrigues. O MP também questiona se já houve algum tipo de apuração ou providências.

Ainda no dia 17, as 2ª e 4ª Promotorias de Justiça de Defesa dos Usuários da Saúde (Prosus) e a Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Administração Pública (Decap), com o apoio da 5ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público (Prodep), 3ª Promotoria Regional de Defesa dos Direitos Difusos (Proreg) e da Procuradoria-Geral do MP de Contas, cumpriram dez mandados de busca e apreensão. As buscas fazem parte da Operação Delfos e foram feitas nas dependências da Seplag e da Ouvidoria da vice-governadoria do DF, em cumprimento à decisão da 3ª Vara Criminal de Brasília.

Busca e apreensão

A Operação Delfos investiga a associação criminosa de servidores públicos e comissionados do GDF com a finalidade de obter ilicitamente proveito de particulares, tendo como uma das vítimas o SindSaúde. As provas reunidas apontam que os investigados, valendo-se de seus cargos públicos e da influência que exerciam, exigiam vantagem econômica em troca de facilidades junto ao GDF. A operação recebeu esse nome porque a cidade de Delfos era considerada o “umbigo do mundo”, em razão do mito grego que narra a busca de Zeus pelo ponto médio da Terra. A analogia foi feita por ser Brasília o centro do País e os alvos da operação também encontravam-se no centro da cidade.

Relembre o caso

A denúncia veio a público quando a imprensa divulgou, em 16 de julho, conversas entre Marli Rodrigues, e o vice-governador do DF, Renata Santana. Nos diálogos, gravados por Marli, eles falavam sobre supostos pagamentos de propina no governo na área da saúde. Logo em seguida, o MPDFT e o MP de Contas encaminharam cinco ofícios a representantes do governo pedindo apuração imediata, cópias de documentos e outras informações acerca das gravações. Os ofícios foram entregues ao vice-governador, Renato Santana; ao secretário de Saúde, Humberto Pereira da Fonseca; ao controlador-geral do DF, Henrique Moraes Ziller; ao subsecretário de Logística e Infraestrutura de Saúde, Marcelo Nóbrega; e ao Fundo de Saúde do DF, atualmente dirigido por Arthur Luiz Pinho de Lima. Na mesma semana, Marli Rodrigues e o assessor Caio Barbieri foram ouvidos por membros do MP de Contas e do MPDFT.

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