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Jovem frequentava o templo liderado pelo réu

A Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri de Ceilândia obteve a condenação, nesta quinta-feira, 12 de maio, de líder religioso por aborto e violação sexual mediante fraude. A pena foi fixada em 8 anos e 2 meses de reclusão, em regime fechado.

Os crimes ocorreram entre 2016 e 2019, em Ceilândia. Em 2016, a adolescente começou a frequentar templo religioso em Águas Lindas, Goiás, onde conheceu o réu. O religioso afirmava incorporar entidades espirituais e, durante uma festa, supostamente incorporado, disse à menina que eram casados em outras vidas e que o ato sexual entre os dois deveria ser praticado o mais rapidamente possível, pois, caso contrário, a adolescente seria estuprada por alguém.

A adolescente era virgem e os dois passaram a manter relações sexuais por cerca de dois anos. Em setembro de 2019, ela descobriu que estava grávida e contou ao réu. Ele, afirmando estar incorporado por outra entidade, disse que ela tinha duas opções: ter a criança, ser expulsa de casa e levá-lo a perder seu posto no “astral”, ou abortar. Foi assim que ele a convenceu a ingerir substâncias abortivas.

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