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Réu tinha histórico de violência doméstica e cumpria medida protetiva de urgência, o que causou aumento da pena

A Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri do Paranoá obteve, nesta quinta-feira, 3 de fevereiro, a condenação de Wellington de Almeida Silva pela tentativa de assassinato contra a ex-companheira. A pena foi fixada em 15 anos e 10 meses de reclusão em regime inicial fechado. Ele não poderá recorrer em liberdade.

Os jurados reconheceram as qualificadoras apontadas pelo Ministério Público: motivo torpe (Wellington não aceitava o fim do relacionamento) e feminicídio (contexto de violência doméstica contra a mulher). Também foram aceitas duas causas para o aumento da pena: a tentativa de feminicídio foi cometida diante de uma das filhas da vítima e em violação a medida protetiva de urgência.

O crime ocorreu em 24 de abril de 2021. A vítima e o réu haviam tido um relacionamento, mas estavam separados. Wellington tinha histórico de violência doméstica e, por esse motivo, a Justiça havia determinado medidas protetivas de urgência contra ele. Apesar disso, ele violou a tornozeleira eletrônica que usava e entrou na casa da ex-companheira pela janela. Dentro do imóvel, ele a atingiu com um golpe de faca. Ela correu, mas ele continuou a persegui-la, até ser impedido por um dos sobrinhos da vítima. A mulher foi levada ao hospital e o agressor foi preso em flagrante.

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