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A escritora será homenageada em novembro, no MPDFT. Em seu depoimento, ela valoriza o talento de todos os autores inscritos

WhatsApp Image 2021 09 23 at 17.34.40 479 x 600A Comissão julgadora do prêmio “Ler é legal” escolheu o escritor homenageado de 2021. Dentre os 37 inscritos no concurso, a escolhida foi Juliana Valentim, autora de três livros: “Manuscritos de um viajante”, de crônicas; “Palavras que dançam”, de poemas; e o romance “O abrigo de Kulê”. Ela também escreve diariamente em seu perfil no Instagram @palavrasquedancam.

Os critérios utilizados para a escolha foram criatividade, originalidade, relevância do tema, clareza e a objetividade textual da obra literária. A premiação tem o objetivo de valorizar a produção literária local e estimular a formação de leitores. A homenagem para a escritora está prevista para novembro. Ela receberá um troféu, certificado e terá a obra exposta no MPDFT.

“É com muita emoção que recebo essa homenagem. Com a emoção de um coração que pulsa pela arte da escrita, que vibra com os livros, com as palavras, com a poesia. Gostaria de honrar cada escritor e escritora que participou do Prêmio Ler é Legal. Quantas pessoas talentosas temos no nosso Distrito Federal! Essa homenagem não é só a mim, mas a todos os que batalham para disseminar a leitura mundo afora. Recebo esse prêmio como um bem muito precioso. Desejo que ele abra o caminho para novas edições e autores. A vida é mais bonita com arte. E eu estou muito grata por fazer parte disso”, comemorou Juliana. 

Para conhecer mais escritores do Distrito Federal, acesse o banco de escritores na página do projeto Ler é Legal. 

Comissão julgadora

WhatsApp Image 2021 09 23 at 18.46.45 600 x 359A comissão julgadora é formada por um grupo de nove pessoas: o coordenador administrativo regional de Brasília II, Guará, Núcleo Bandeirante e Riacho Fundo, que é o presidente da comissão; o gestor do projeto “Ler é Legal”; a chefe da Divisão de Cultura; dois integrantes indicados pela procuradora-geral de Justiça; um promotor de Justiça e um servidor do MPDFT indicados pelo presidente da comissão; e dois indicados pela equipe do projeto “Ler é Legal” dentre pessoas que tenham contribuído com a iniciativa ou incentivado a leitura em geral.

Para o coordenador da comissão, promotor de Justiça Nísio Tostes, o prêmio reuniu obras e autores de alta qualidade, alguns ainda pouco conhecidos em Brasília. “A ideia para o próximo ano é seguir incentivando a cultura local e criar uma categoria para a literatura infantil, que é uma vertente que pode ser mais explorada, pois o hábito da leitura é criado desde cedo”. O promotor também fez uma reflexão a partir de sua própria experiência com o prêmio: “Em 27 anos de Ministério Público, esse foi um projeto muito interessante e prazeroso, que participei com muito entusiasmo. Nós, que vivemos de ler processos que afetam a vida de outras pessoas, dessa vez tivemos a oportunidade de ler obras com significado para a nossa própria vida”, completou. 

A servidora Joíra Furquim, umas das integrantes da comissão julgadora, ressalta a importância de participar do Ler é Legal: “tomei contato com trabalhos excelentes, com textos da melhor qualidade. O projeto cumpre bem a missão de divulgar escritores de Brasília”.

Ler é legal

Desde 2016, o projeto incentiva a leitura e cria um espaço de diálogo, respeito e compreensão. A população que circula pelo edifício das Promotorias de Justiça de Brasília II tem à disposição 500 livros para empréstimo sobre temas variados. Basta escolher um exemplar, que pode ser devolvido em qualquer Promotoria de Justiça do Distrito Federal. A iniciativa também dispõe de um espaço infantil para que mães e pais possam deixar seus filhos entre os livros enquanto são atendidos, em observância a protocolos internacionais que tratam do acolhimento de famílias.

Em 2017, o projeto conseguiu introduzir a leitura como instrumento judicial na aplicação de penas a autores de infrações penais. A iniciativa foi vencedora do Prêmio IPL – Retratos da Leitura, na categoria Bibliotecas.Para mais informações, entre em contato com a Divisão de Cultura do MPDFT pelo telefone (61) 3343-6320.

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