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Homicídio ocorreu em agosto de 2019; réu também foi denunciado por outros crimes contra mulheres

Vai a júri popular, na próxima segunda-feira, 21 de junho, Marinésio Olinto dos Santos, que ficou conhecido no Distrito Federal por estuprar e matar mulheres. Dessa vez, ele será julgado pelo assassinato de Letícia Sousa Curado de Melo, funcionária terceirizada do Ministério da Educação. A sessão no Tribunal do Júri de Planaltina começa às 9h.

Em setembro de 2019, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) denunciou Marinésio pelo homicídio quintuplamente qualificado de Letícia. Como qualificadoras, a Promotoria de Justiça apontou feminicídio, motivo torpe, meio cruel, dissimulação e crime praticado para assegurar impunidade de outro crime. Ele também responde por tentativa de estupro, furto e ocultação de cadáver.

Caso ele seja condenado, a pena pode ultrapassar 40 anos de reclusão. Marinésio também foi denunciado pelo homicídio de Genir Pereira de Sousa, em Planaltina, e por uma tentativa de estupro em Sobradinho. Ele já foi condenado por um estupro e, atualmente, está preso preventivamente pelo assassinato de Letícia.

Para o promotor de Justiça Nathan da Silva Neto, o julgamento de Marinésio por jurados da comunidade é uma mensagem importante contra a violência de gênero. “Crimes dessa natureza são inaceitáveis e devem ser punidos com todo o rigor da lei”, afirma.

Entenda o caso

Em 23 de agosto de 2019, por volta das 8h, entre o Vale do Amanhecer e a DF-230, o réu abordou Letícia em uma parada de ônibus e ofereceu carona. Quando ela estava dentro do carro, Marinésio tentou forçá-la a ter relações sexuais com ele. Letícia se recusou e reagiu. Marinésio então esganou a vítima, que morreu asfixiada. Ele escondeu o cadáver dentro de uma manilha à margem da rodovia e furtou pertences de Letícia: um relógio, um pendrive, uma necessaire e um aparelho celular. Os objetos foram apreendidos dentro do veículo quando ele foi preso em flagrante.

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