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Julgamento durou cerca de 18 horas e ocorreu no plenário do Tribunal do Júri de Ceilândia, cidade onde o crime aconteceu

O policial militar Ronan Menezes do Rego foi condenado, na madrugada desta terça-feira, 30 de abril, a 21 anos e 9 meses de reclusão, em regime inicial fechado, mais 2 meses e 7 dias de detenção pelo assassinato da ex-noiva Jessyka Laynara da Silva Souza e pela tentativa de assassinato do professor de Educação Física Pedro Henrique Torres. O homem usou uma arma da corporação no crime e matou a jovem em frente a avó e ao primo, em maio de 2018. O Ministério Público analisa se vai recorrer da sentença.

Os jurados aceitaram a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e acolheram todas as qualificadoras do crime cometido contra Jessyka: motivo torpe, em razão do sentimento de posse que o acusado nutria em relação à vítima, o crime foi cometido de forma que dificultou a sua defesa, ela foi atacada dentro de casa de maneira inesperada. Os jurados também entenderam que houve feminicídio, quando o crime é cometido contra mulher por razão da condição do sexo feminino, além de envolver contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. Denunciado e vítima mantiveram relação íntima de afeto por cerca de seis anos.

Ronan se entregou logo após o crime e está preso no Complexo Penitenciário da Papuda em uma ala destinada a ex-policiais, onde deve permanecer. Ele foi expulso da corporação em fevereiro de 2019 e não poderá recorrer da sentença em liberdade.

Relembre o caso

De acordo com a denúncia do Ministério Público, em 4 de maio de 2018, Jessyka estava em casa quando o denunciado chegou armado, tomou o seu celular à força e foi embora de forma tranquila. Minutos depois, retornou à residência sem autorização, valendo-se da chave que tinha, e atirou quatro vezes contra a vítima, o último dos disparos pelas costas.

A avó de Jéssyka presenciou toda a ação e saiu correndo em busca de socorro, mas a vítima faleceu ainda no local do crime. O denunciado fugiu do local e foi à academia de ginástica que a vítima frequentava, onde tentou matar o educador físico Pedro Henrique da Silva Torres, que não foi atingido em região de letalidade imediata e sobreviveu.

Processo: 2018.03.1.004770-6

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