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A promotora de Justiça Raquel Tiveron proferiu, nesta quinta-feira, 25 de agosto, a palestra “Um olhar crítico sobre o papel da comunidade na prática restaurativa” no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJRS). O evento fez parte da Oitava jornada de soluções autocompositivas.

O evento foi promovido pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos do TJRS (Nupemec) e teve como público-alvo magistrados, membros do Ministério Publico, da Defensoria Pública, profissionais e acadêmicos interessados no tema.

Para a promotora de Justiça, a maioria dos crimes envolve um ator e uma vítima dentro de sua comunidade. É, portanto, um problema que diz respeito também aos integrantes do grupo, que desejam sentir-se seguros e recuperar o senso de justiça após o cometimento de um crime. “Felizmente, com o auxílio da Justiça Restaurativa, esta necessidade pode ser atendida, já que os representantes da comunidade participam do processo restaurativo, onde discutem os efeitos mais amplos do crime e influenciam na forma da sua reparação. O diálogo restaurativo é também uma oportunidade de descobrir as raízes sociais da violência, compreendê-las, identificar as estruturas que a produzem e apoiam, reduzir as condições para sua ocorrência e encontrar maneiras de preveni-la”, afirmou.

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