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O Núcleo de Combate às Organizações Criminosas (NCOC) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ajuizou duas novas ações penais, uma ação de improbidade e uma medida cautelar referentes às investigações da Operação Aquarela.

Numa das ações penais, os Promotores de Justiça denunciaram 25 pessoas envolvidas com o  esquema das máquinas de auto-atendimento do BRB. A segunda denúncia refere-se à subcontratação de empresas pelo Cartão BRB e tem 16 réus.  As ações tramitam na 1ª Vara Criminal de Brasília.

A Operação Aquarela foi deflagrada no dia 14 de junho do ano passado. Os envolvidos, entre  eles o ex-presidente do BRB, Tarcísio Franklin de Moura, e o ex-Diretor do BRB Ari Alves Moreira, estão sendo investigados por crimes contra a Administração Pública, fraude à licitação, peculato e lavagem de dinheiro.

Segundo os Promotores de Justiça, o destino final  do dinheiro público desviado do BRB eram instituições como a editora Corte, de propriedade de Juarez Lopes Cançado, ex-Secretário-Geral da Associação de Bancos Estaduais e Regionais (Asbace). As investigações da Operação Aquarela constataram o desvio de milhões de reais do BRB.

Esquemas semelhantes de dispensa de licitações estão sendo investigados em São Paulo e no Rio Grande do Sul. A Operação Aquarela prossegue.

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