Durante o encontro, foram colhidas demandas consideradas urgentes pela equipe escolar, relacionadas à segurança e ao processo de aprendizagem

Participaram da visita as promotoras de justiça Maria Cristina Viana e Ana Maria Elizabeth Fonseca e o promotor Milton de Carlos Junior, das Promotorias do Paranoá; a promotora Sofia Schlosser, das Promotorias de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Criança e o Adolescente; e a promotora Giselle Trevizo, representando o Núcleo de Enfrentamento à Violência e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (Nevesca). A comitiva contou ainda com a presença dos assessores Débora Oliveira e Jeórginys Rocha.
Durante a visita, o MPDFT colheu demandas consideradas urgentes pela equipe escolar, relacionadas à segurança e ao processo de aprendizagem. Como encaminhamento, a instituição assumiu o compromisso de avaliar as questões apresentadas e dar continuidade às ações de capacitação, consolidando a unidade escolar como um território de proteção efetiva e direitos garantidos.
O encontro também teve caráter formativo. Diante de relatos de insegurança por parte dos docentes no manejo de casos sensíveis, o MPDFT apresentou orientações sobre a identificação de sinais de risco, incluindo possíveis situações de violência doméstica, negligência e abandono moral.
Também foram detalhados os fluxos de encaminhamento institucional, com orientações sobre o acionamento do Conselho Tutelar e de outros órgãos da rede de proteção, medida que assegura a salvaguarda integral do aluno e o necessário respaldo legal à atuação do professor. Foi destacada ainda a importância do registro formal e da documentação das ocorrências, de modo que o sistema de justiça possa realizar intervenções assertivas fundamentadas em evidências sólidas.
O projeto
O projeto Escuta Protetiva na Escola tem como foco a escuta ativa do ambiente escolar e a criação de canais para identificar precocemente situações de vulnerabilidade. A proposta inclui o aprimoramento dos fluxos de atendimento e o encaminhamento adequado de casos que envolvam estudantes em risco, garantindo que sejam acolhidos de forma humanizada e técnica.
Em regiões com maior vulnerabilidade social, como a área rural do Paranoá, a iniciativa busca aproximar os órgãos de proteção da realidade das escolas e oferecer suporte aos profissionais de educação.
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