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Izis Morais Lopes dos Reis
Assistente social do MPDFT 

O Ministério da Saúde tem procurado inserir lésbicas, gays, transexuais, travestis e transgêneros no diálogo político. Alguns marcos podem ser elencados, como: criação do Comitê Técnico de Saúde LGBT em 2004 (redefinido em 2011); criação da Secretaria de Gestão Participativa; inserção desses grupos nas instâncias de controle social em saúde. Em 2008, foram promulgadas portarias que instituem e que regulamentam, no âmbito do SUS, o Processo Transexualizador.

Em 2012, houve avaliação da portaria 457/2008, no Seminário: Processo transexualizador no SUS. Este artigo objetiva analisar as disputas de interesses e de posições no mundo presentes no encontro entre Estado e pessoas trans. A proposta é compreender quais símbolos e significados são acionados no embate, quais valores se atualizam e quais adentram o jogo político. A discussão enfocará o processo político como revelador das negociações de contradições, de sensibilidades e de visões de mundo no reconhecimento de direitos diferenciados.

Confira aqui o artigo na íntegra. 

Revista de Estudos Interdisciplinares da UERJ – v. 15, n. 1: Janeiro - Junho 2013

 


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