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A prisão de Gabriel Kassen foi resultado de projeto do MPDFT que divulga imagens de pessoas que respondem a ações ou foram condenadas por crimes dolosos contra a vida e não foram localizadas

O Tribunal do Júri do Guará condenou Gabriel Kassen Costa a 15 anos e 9 meses de prisão por homicídio qualificado por motivo torpe e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O réu estava foragido desde 2017, quando cometeu o crime. Ele foi preso em 2020, na cidade de Luziânia (GO). 

Segundo a denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Gabriel forneceu a arma utilizada no homicídio e avisou Francisco Soares, responsável pelos disparos, onde estava a vítima.  O crime foi motivado por vingança, em retaliação ao assassinato de um amigo da dupla. Francisco já foi condenado e cumpre pena de 12 anos de reclusão.

No julgamento, realizado em 2 de junho, o Conselho de Sentença acolheu os argumentos apresentados pela Promotoria de Justiça e reconheceu que o crime foi cometido com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. A vítima, Gabriel Lacerda, foi atacada de forma repentina na rua e recebeu tiros à queima-roupa na cabeça quando já estava caído.

A prisão de Gabriel Kassen foi resultado do projeto Foragidos da Justiça, iniciativa do MPDFT que divulga imagens de foragidos em locais públicos e nas redes sociais, além de cruzar dados com outros órgãos para facilitar a busca. Gabriel esteve foragido por quase três anos e foi localizado em circunstâncias suspeitas: não tinha documentos pessoais, conduzia um veículo de luxo e trazia consigo significativa quantia de dinheiro em espécie. Ele também tinha mandado de prisão preventiva em aberto expedido pelas Varas Criminais de Catalão (GO) e de Unaí (MG) por tentativas de homicídio ocorridas em 2018 e 2019, respectivamente.

Entenda o caso

O crime ocorreu em 4 de agosto de 2017, por volta das 22h, em uma academia comunitária na QE 38 do Guará II. Gabriel Kassen avistou a vítima em local público e sob o efeito de drogas. Ele instigou Francisco a cometer o crime e forneceu a arma e uma bicicleta para que o executor fosse até o local. A vítima foi alvejada por diversos tiros e morreu no local.

Processo nº 0000824-18.2018.8.07.0014

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