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Processo é resultado de investigação conduzida pelo Gaeco, no âmbito da operação Caixa de Pandora

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) obteve êxito em recurso sobre condenação do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda. O Superior Tribunal de Justiça manteve, nesta terça-feira, 25 de agosto, a condenação do réu por falsidade ideológica, no âmbito da Operação Caixa de Pandora.

A denúncia oferecida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios indicou que o então gestor público apresentou informações falsas em quatro declarações como forma de justificar dinheiro recebido irregularmente do ex-secretário de Relações Institucionais do DF, Durval Barbosa.

A 5ª Turma da corte acompanhou o voto do relator, ministro Reynaldo Soares de Fonseca e, com isso, Arruda segue condenado a dois anos e 11 meses de reclusão, em regime aberto. Os promotores do Gaeco afirmam que a sentença é resultado de intenso trabalho de investigação e, por ter sido baseada em fartas provas, fortalece a credibilidade da Justiça e reduz a sensação de impunidade.

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