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Nesta sexta-feira, 26 de setembro, foi ouvida a oitava e última testemunha de acusação, o perito papiloscopista da Polícia Civil do DF (PCDF) Rodrigo de Barros. Ele explicou o laudo que identificou a palmar de Adriana Villela em um dos cômodos da casa e em data que inclui o dia do triplo homicídio. Em depoimento anterior, ela teria dito que não frequentava aquele cômodo e que teria estado no apartamento dos pais em data anterior ao demonstrado pelas digitais.
 
“Provamos com o laudo que a maior probabilidade é de que ela tenha estado no apartamento no dia do crime. Quando Adriana diz que a última vez que esteve no apartamento foi em 13 de agosto, antes do crime, ela faz uma afirmação falsa. Esse é o ponto crucial, porque coloca ela na cena do crime. Vamos somando as cenas e provando que o crime não foi latrocínio. As joias foram furtadas apenas parcialmente. Os acusados não deixariam mais da metade da joias para trás”, salientou o procurador de Justiça Maurício Miranda.
 
À tarde, foi ouvido Juliano Gomes, perito do Instituto de Criminalística da PCDF, testemunha de defesa. O julgamento soma mais de 50 horas e a previsão é que ultrapasse o fim de semana, com provável encerramento na segunda-feira, 30 de setembro. Das testemunhas de defesa, nove já foram ouvidas. Ainda faltam outras nove.
 
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