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NaMoral: em nova missão, escolas são decoradas para o fortalecimento da integridade

Estudantes também responderam questionário sobre corrupção e reconheceram que praticam atos desonestos no dia a dia

Adesivos NaMoral 12x8Você se considera uma pessoa corrupta? A maioria dos estudantes das nove escolas participantes do NaMoral reconheceu que pratica atos de corrupção, geralmente em ações simples do dia a dia. As respostas fazem parte de um questionário aplicado como parte do projeto. Eles também falaram sobre as caraterísticas das pessoas corruptas, quem são e como se tornaram desonestas, além de outras questões que envolvem a temática.

Como a iniciativa visa mudar essa realidade, os estudantes foram desafiados a ornamentar o ambiente escolar com imagens, símbolos e frases inspiradoras para o fortalecimento da integridade, da ética e da cidadania. As escolas foram avaliadas pela estética, criatividade, originalidade e também pela abrangência, que representa o aproveitamento do espaço e pessoas envolvidas.

Depois da missão, os estudantes divulgaram o resultado nas redes sociais. No total, estão previstas sete missões e a escola vencedora receberá o prêmio de R$ 15 mil. Os recursos da premiação são de multa de condenação por atos de corrupção e serão utillizados para projetos de fomento à integridade na comunidade escolar. O resultado será conhecido em 6 de dezembro.

Missões

O projeto NaMoral utiliza ferramentas inovadoras, principalmente de gamificação, que transforma o processo de aprendizagem em um jogo. A primeira missão, ou #missao0, foi a criação do herói da integridade para representar cada escola. A aplicação do questionário foi a segunda missão, ou #missao1, na qual 15 perguntas com percepções sobre a corrupção foram respondidas coletivamente em dez salas de aula de cada escola. A terceira missão concluída foi a ornamentação da escola. Confira o resultado na galeria de fotos.

Questionário

Quando questionados sobre quem são os corruptos, eles não hesitaram em falar dos políticos e por repetidas vezes definiram como: “todos nós”. Sobre o que seria um ato de corrupção ou falta de integridade, “roubar” foi o mais recorrente, no entanto, “faltar com a verdade”, “furar fila” e “desrespeitar as regras” também foram mencionados inúmeras vezes. Eles também responderam sobre como se sentem quando são prejudicados por ações desonestas, se já presenciaram depredação na escola e se acreditam em uma mudança da sociedade. Os dados ainda serão analisados pelo projeto.

Para o estudante Kauan Gomes da Silva, do CED 11 de Ceilândia, o projeto está ajudando a tornar a escola um lugar melhor. “A gente percebe uma diferença bacana nas salas de aula com essa consciência de que precisamos fazer o mundo melhor”. Alisson Dantas, do CEF 03 de Planaltina, está animado com a participação da escola no NaMoral. “É incrível como o projeto trata os problemas cotidianos. A gente conversa sobre corrupção e falta de integridade de maneira ampla e aberta, e todo mundo tem a oportunidade de falar e aprender”, completou.

 

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