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Operação Rosário: trabalho integrado resulta em prisão de membros da Comboio do Cão (CDC)

Foram cumpridos 46 mandados de prisão, apreendidos 19 veículos, cerca de 60 kg de maconha, 3 armas e R$ 20 mil

WhatsApp Image 2019 08 13 at 16.24.41 600 x 450Trabalho integrado do Ministério Público e da Polícia Civil desarticulou a organização criminosa Comboio do Cão (CDC), considerada a maior do Distrito Federal. Nesta terça-feira, 13 de agosto, 46 membros foram presos na terceira fase da Operação Rosário. Investigações apontam que o grupo foi responsável por 420 ocorrências criminais, 209 inquéritos policiais, 65 termos circunstanciados de ocorrência (TCO) e 54 denúncias nos últimos seis anos. Os números demonstram a articulação e a periculosidade da facção que nasceu de conflitos entre grupos de traficantes.

A violência dos assassinatos cometidos pelo CDC chamam a atenção, muitas vezes motivados por disputa de espaço no tráfico de drogas. O uso de armamento pesado também é uma característica do grupo. Entre os crimes praticados estão roubo de veículo, comércio ilegal de armas, lavagem de dinheiro rufianismo. As investigações são um trabalho conjunto da Coordenação de Repressão a Homicídios e de Proteção à Pessoa (CHPP), com as promotorias de Justiça do Riacho Fundo e do Recanto das Emas e o Núcleo de Controle e Fiscalização do Sistema Prisional (Nupri), uma vez que o grupo também atua dentro do sistema carcerário do Distrito Federal.

Para o Ministério Público, ao longo das investigações e com a realização da operação policial, foram coletadas provas relevantes sobre a atuação do grupo e a ligação de seus integrantes. "As medidas efetivadas na Operação comprovam a periculosidade e a articulação dos investigados, organizados de forma estável e permanente para a prática de diversos crimes graves. Os Inquéritos Policiais são centralizados nos delitos de Organização Criminosa e de Lavagem de Dinheiro, mas a prova coletada contribuirá para a apuração de vários fatos, em especial homicídios qualificados e tráfico de drogas", destacou o promotor de Justiça César Nardelli.

Análise das ocorrências policiais
Foi empregada uma metodologia de investigação inovadora, baseada na apreciação conjunta de inquéritos policiais em trâmite na CHPP, com os quais a facção tinha envolvimento. “Nesses crimes, os integrantes do grupo estavam envolvidos ora como autores, ora como vítimas de uma guerra entre criminosos que disputavam o tráfico de entorpecentes no DF”, explicou o delegado-chefe da CHPP, Fernando César Costa. Técnicas investigativas como a análise de vínculos e a realização de diversas medidas cautelares sigilosas de inteligência, autorizadas pela Justiça do DF, resultaram na coleta de dados e provas sobre os crimes praticados.

A operação foi batizada de Rosário em referência ao costume religioso usado para afastar demônios. As duas primeiras fases da operação ocorreram em maio e julho de 2019. Foram presos dois dos líderes da organização, além de outros integrantes. Flávio Conceição Matias, o Doidinho, estava foragido da Justiça havia 11 anos e foi capturado na Cidade Ocidental (GO). Gutemberg da Silva Borges, o Guga, foi preso em Imperatriz (MA) com o auxílio da policial civil maranhense.

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