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Guará: caminhada e contação de estórias contra o abuso e a exploração sexual de crianças

Caminhada será na próxima sexta-feira, 17/5, com concentração às 8h30, partindo do Cras do Guará em direção ao Edifício Consei

Contação de História Como forma de sensibilizar a comunidade para o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, a Promotoria de Justiça do Guará convida os moradores da cidade para a caminhada realizada pela Rede Social da cidade. Este é o sétimo ano da atividade, que contará com a participação dos alunos das escolas públicas. A concentração será no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), na EQ 15/26, às 8h30.

Há oito anos, a Rede Social do Guará reúne várias instituições com o objetivo de unir esforços para a efetivação de políticas públicas, trocar experiências, compartilhar informações e propor ações de prevenção e enfrentamento às diversas formas de violência. Além do Ministério Público, participam da rede o Cras, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) o Conselho Tutelar, a Coordenação Regional de Ensino, as unidades de saúde, Instituto Ipês, entre outras.

Contação de estórias

No período de 6 a 22 de maio, representantes do Setor Psicossocial da Promotoria de Justiça de Guará, em Equipe Psicossocial da Promotoria do Guará e o Conselheiro Tutelar renamed 2504ação articulada com a rede, promovem contação de estórias em cinco escolas públicas da região, para estudantes de 6 a 10 anos. Alunos das Escolas Classe 1, 3, 5 e 6 já participaram da contação. No próximo dia 22, será a vez de crianças do 4º e do 5º ano do Centro de Ensino Fundamental 5 do Guará.

“Essas ações têm como objetivo ensinar as crianças a se protegerem e também realizar a divulgação dos órgãos de proteção”, explica a assistente social do Ministério Público Luciana Alvares. A atividade é feita com base na história do livro: “Pipo e Fifi: prevenção de violência sexual na infância”, da autora Caroline Arcari.

18 de maio

A data foi escolhida como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes em memória de Araceli Sanches. Em 1973, a menina de oito anos foi raptada, dopada, violentada e, depois de morta, teve o corpo carbonizado. O crime aconteceu em Vitória (ES). Apesar da natureza hedionda, o crime prescreveu sem que houvesse punição aos culpados. A data foi instituída em 2000. Secretaria de Comunicação
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