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MPDFT apresenta projeto Adolescente Aprendiz em busca de novas parcerias

Com o objetivo de sensibilizar instituições e empresas para a importância de facilitar a inserção de jovens, em situação de vulnerabilidade social, no mercado de trabalho, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) realizou encontro para apresentar os projetos Adolescente Aprendiz e Vira Vida a empresas interessadas. O evento ocorreu nesta quarta-feira, 7 de novembro, e contou com a participação de 18 entidades.

O servidor da Sessão de Estágio do MPDFT Valdmar da Silva e a coordenadora do Vira Vida no DF, Cida Lima, apresentaram a metodologia do programa, o público atendido e as principais dificuldades. O Vira Vida foi criado pelo Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria (Sesi) em 2008 para atender jovens de 14 a 21 anos em situação de vulnerabilidade social, principalmente vítimas de abuso e exploração sexual. Desde 2009, o Sesi-DF executa o programa, do qual os jovens participam por 16 meses antes de serem integrados ao Adolescente Aprendiz, no MPDFT, ou a outras instituições parceiras.

A vice-procuradora de Justiça do Distrito Federal e responsável pelo projeto, Selma Sauerbronn, ressaltou as vantagens de contratar jovens: “O Adolescente Aprendiz existe no Ministério Público há mais de sete anos e só temos pontos positivos para contar. Além de aumentar a força de trabalho, podemos acompanhar a superação e o sucesso dos adolescentes. Ser cidadã passa por se importar com o outro e, por isso, convido vocês a refletirem sobre qual é a nossa responsabilidade”.

Na ocasião, Maria*, de 22 anos, contou que tinha dificuldades para terminar o Ensino Fundamental quando começou a participar do Vira Vida. “Graças a esse projeto e ao Adolescente Aprendiz eu consegui finalizar meus estudos e começar a faculdade, que antes eu nem pensava em fazer. Consegui um emprego e financiar meu apartamento. Tenho um filho de oito meses e vou poder criá-lo com estabilidade”, afirmou.

Para a procuradora do Trabalho Ana Maria Ramos, inserir públicos vulneráveis no mercado de trabalho não é uma obrigação somente legal, mas também social. “É um trabalho que temos que fazer em conjunto. Sozinho não somos ninguém”, ressaltou. “As instituições têm que ir além dos seus objetivos iniciais. Nós não estamos ajudando ninguém, apenas pagando nossa dívida social”, completou o presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), Jamal Bittar. Também esteve presente o supervisor do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), Elenilson Arara, que parabenizou o MPDFT pelo trabalho feito com os adolescentes.

*Nome fictício

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